:: PROFESSORES CONVIDADOS

  Ani Schnarch, Violino
Violinista Romena - Israelita - Britânica, é vencedora do prestigioso François Shapira (Israel) e do Prémio Comemorativo Mozart (Inglaterra). Nascida em Bucareste, Roménia, começou a tocar aos sete anos. Em 1979 foi viver para Israel e continuou os seus estudos com Felix Andrievsky na Samuel Rubin Music Academy (Universidade de Tel Aviv), com quem também estudou posteriormente no Royal College of Music (Londres). Entre as interpretações de Ani Schnarch destacam-se o programa de Bartok e Ysaye no South Bank e a sua estreia no Wigmore Hall em 1989. Tem tocado em directo para a rádio e a televisão em Áustria, França, Alemanha, Israel, Noruega, Roménia e E.U.A.. Em concertos a solo, tem-se apresentado com importantes orquestras por todo o mundo e nos principais palcos da Europa e América. Tem participado nos Festivais de Bath, Bergen, Bowdoin, Lake District, Moscovo e Windsor entre outros. Ani Schnarch é muito requerida como professora de violino no Royal College of Music (Londres), lecciona master-classes na Europa, Estados Unidos, Canadá, Israel e Japão e tem sido júri em muitos Concursos Internacionais de violino. É uma das fundadoras e professora do internacionalmente reconhecido Keshet Eilon Violin Mastercourse (Israel), é Directora Artística do New Virtuosi Mastercourse e do Festival Val Gardena (Italia). Ani Schnarch toca num violino de JB Guadagnini de 1745, emprestado generosamente pela Colecção de Instrumentos do Royal College of Music.

Zofia Wóycicka, Violino
Nascida na Polonia, Zofia Wóycicka terminou o mestrado em violino com distinção na Academia Frederic Chopin de Varsóvia. Bolseira durante dois anos na University School of Music em Bloomington, Indiana (E.U.A.), conquistou o mais distinto grau académico "Artist Diploma" estudando com T. Wrorisky, J. Gingold e música da câmara com J. Starker. Frequentou masterclasses de violino com mestres como Isaac Stern, N. Milstein, H. Szeryng e A. Gertler. Obteve dois primeiros prémios nos Concursos de Violino da Universidade de Bloomington e outro primeiro premio no Concurso Internacional Rossana Enlow de Evansville (E.U.A.). Foi solista e concertista na Orquestra Sinfonica Varsóvia e Orquestra de Câmara Filarmónica Nacional de Varsóvia, com as quais participou em digressões pela Europa, Brasil, Chile, Bolívia, Argentina, Peru, Venezuela, Costa-Rica e Estados Unidos. Como concertista actuou em salas como Carnegie Hall (Nova Iorque), Salle Pleyel (Paris), Sala Martin Coronado e Bruckner Hall. Foi 1° violino dos agrupamentos Camerata Vístula e Camerata Varsóvia; gravou para a rádio e TV polacas e foi professora, de 1979 a 1989, da Academia Frederic Chopin de Varsóvia. Integra o júri do Concurso de Instrumentos de Arco Julio Cardona na Covilha, Concurso Paços Premium e Concurso do Alto Minho. Foi professora da Escola Professional de Música de Espinho. Zofia Wóycicka foi primeiro concertino da Orquestra Clássica do Porto e, actualmente, é primeiro concertino da Orquestra Nacional do Porto e professora-adjunta da Escola Superior de Música da mesma cidade. É elemento integrante do Quarteto Montagnana, tendo sido convidada a realizar recitais por todo o pais. Actuou como solista com as seguintes orquestras nacionais: Orquestra Régie do Porto, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Nacional do Porto e Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Ryszard Wóycicki, Viola d' Arco
Nasceu na Polónia. Terminou o mestrado pela Escola Superior de Musica de Varsóvia Fryderyk Chopin na classe de violeta do professor Stefan Kamasa. Aperfeiçoou-se a nível Música de Câmara com os professores I.Dubiska, G. Bacewicz, K Wilkomirski, T. Baird, W. Lutoslawski, S. Kamasa, V. Tátrai, A. Mihály, F. Druzhinim. Obteve vários prémios internacionais em Música de Câmara com o Quarteto Bacewiz, e com o Quarteto Polaco Grand Prix em Colmar, Belgrado e Munique. Foi primeiro viola na Orquestra Polaca, na Ópera de Câmara de Varsóvia, no Teatro e Ópera Nacional de Varsóvia, na Orquestra de Câmara Nacional Filarmónica de Varsóvia, na Orquestra do Porto e desde 1993 na Orquestra Clássica, tendo tocado a solo em diversas oportunidades. Leccionou na Escola Superior de Música de Varsóvia e na Escola Profissional de Música de Espinho e realizou Masterclasses em Portugal e no Brasil. É professor  adjunto da Escola Superior de Música do Porto. Integra o grupo Solistas do Porto e o Quarteto Suggia, sendo actualmente o primeiro viola da Orquestra Nacional do Porto.

Stefan Popov, Violoncelo
Nascido na Bulgária, foi admitido no Conservatório de Moscovo na classe dos professores Knushevitsky e Rostropovich. Premiado em diversas competições, incluindo Moscovo, Genebra, Viena e Florença. Em 1966 venceu o prémio no Concurso Internacional Tchaikovsky para violoncelo e também foi premiado com uma medalha mérito na União Soviética de Compositores pela sua interpretação de Música Russa. De 1971 à 1975 foi professor na Universidade de Boston e no Conservatório de New England. Desde 1977 vive no Reino Unido, lecionando Violoncelo na Guildhall School of Music and Drama, em Londres. Atua regularmente em concertos e recitais e orienta masterclasses em Festivais de Música e Conservatórios de todo o mundo. Tem atuado em direto na rádio e na televisão e tem gravado vários CDs. No ano 2006 transcreveu para Violoncelo e gravou o Concerto para Violino de Beethoven, coincidindo com o 200 aniversário da sua primeira interpretação. Em 2008 foi galardoado com o título de "Chevalier du violoncelle" no "Eva Janzer Memorial Cello Center" pela sua contribuição na interpretação de violoncelo.

  Michael Wolf, Contrabaixo
Michael Wolf nasceu nos Estados Unidos e é professor de Contrabaixo na Universidade de Arte de Berlim. Estudou música na Universidade Estadual da Califórnia com Nataniel Gangursky e tornou-se membro da Orquestra Sinfónica de San Diego. Recebeu o Prémio Fullbright/DAAD e uma bolsa Rotary-International. Estudou ainda na Folkwang Hochschule e na Universidade de Mainz. Tem vários trabalhos musicais publicados, contando-se entre as suas publicações o Método de Contrabaixo. Os seus Albuns como solista, gravações para o rádio, Recitais e MasterClasses têm recebido grandes elogios da crítica musical. Possui formação superior na área das ciências biológicas na Universidade da Califórnia do Sul, onde investigou e publicou trabalhos sobre o cancro.



Michel Bellavance, Flauta
Flautista Suíço-Canadiano, Michel Bellavance tem tocado pela Europa e pela América Latina com as mais conceituadas Orquestras, como a Orquestra Gulbenkian de Lisboa, Orquestra  de Câmara de Genebra, Camerata  Académica Orquestra  de  Paris,  Orquestra  Sinfónica Nacional do Peru,  Orquestra do Estado de San Juan, Orquestra Filarmónica de Mendoza, Orquestra Sinfónica do Estado da Bahia, a Orquestra Sinfónica de Maracaibo e Ensemble Ad Hoc, interpretando concertos de Nielsen, Ibert, Reinecke, Bernstein, Kabalevski, Liebermann, Mozart, Bach, Vivaldi e Hue. Tem dado recitais nas principais capitais, e já se apresentou em festivais na Suíça, Estados Unidos, Peru, Brasil, Venezuela, Costa Rica, Santiago do Chile, Colômbia, Equador, e em várias emissoras de rádio: CBC, Rádio Suisse Romande e Rádio Pública Nacional (EUA). A discografia de Michel Bellavance inclui quatro gravações que atestam o seu interesse por um tipo de repertório menos familiar. Os seus dois discos para Brioso Recordings (EUA) têm recebido elogios da crítica internacional. Além de suas atividades como intérprete, Michel Bellavance é professor de flauta no Conservatório de Genebra, (HEM) (Suiça). Tem leccionado workshops e master classes em Inglaterra, França, Suíça, Itália, Espanha, Roménia, Canadá, EUA, Brasil, Argentina, Peru, Costa Rica, Chile, Equador, Colômbia, China e Austrália.Como bolseiro do Conselho de Artes do Canadá, Michel Bellavance estudou em Paris, Genebra, Zurique e São Francisco, trabalhando com artistas como Aurèle Nicolet, Patrick Gallois, Maxence Larrieu, Adorján András e Paul Renzi.

Ricardo Lopes, Oboé
Tendo feito os seus estudos musicais no Conservatório Nacional, (com José Santos Pinto e Santiago Kastner), aperfeiçoou-se com Andrew Swinnerton, Ingo Goritzki, Eric Niord Larsen e David Reichenberg. Em 1985 ocupa o cargo de professor no Conservatório Nacional e no ano seguinte ingressa na Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de S. Carlos como 2º Oboé e Corne Inglês. Funda nesse mesmo ano o quinteto Flamen, com o qual se tem apresentado em todo o País (Continente, Açores e Macau) e efectuou diversas gravações para a R.D.P. e R.T.P. É actualmente 1º Oboé da Orquestra Sinfónica Portuguesa e tem colaborado com as Orquestras Portuguesas, também como 1º Oboé; apresentou-se como solista nomeadamente com as Orquestras Sinfónicas de S. Carlos, Sinfónica Portuguesa, Regie Sinfonia e Nacional do Porto. Dedica uma atenção especial à música contemporânea, estreando em Portugal numerosas obras. Leccionou na Escola de Música do Conservatório Nacional e actualmente é docente na Escola Superior de Música do Porto.

Natural de Carcaixent (Valencia-Espanha) é clarinetista solista da Orquestra Nacional de Espanha e professor na Escola Superior Rainha Sofia (Madrid). Foi clarinetista solista da Orquestra Sinfónica de Madrid, professor da Banda Municipal de Madrid e professor dos Conservatórios de Gaudalajara e Zaragoza. Venceu o Prémio de Honor y Mención Honorífico nos Conservatórios Superiores de Valencia e Madrid e os Concursos Internacionais de Reims (1988) e Cuidad de Dos Hermanas, de Sevilha (1991). Semifinalista no Concurso Internacional de Toulon (França, 1985) e 2º Prémio no Concurso Solistas Sopro  Madeiras da Juventude Musical Espanhola (1982). Toca exclusivamente com clarinetes Buffet Crampon.


Marc Trénel, Fagote
Marc Trénel começou os seus estudos de fagote com Jean Louis Ollé no Conservatório de Lille. Em 1995, entra no Conservatório Nacional Superior de Música (CNSM) de Paris na classe de Pascal Gallois, e obtém três anos mais tarde, o Primeiro Prémio por unanimidade de fagote e o Primeiro Prémio de música de câmara. Prossegue os seus estudos num ciclo de aperfeiçoamento no CNSM de Paris com Gilbert Audin e na Musikhochschule de Basel com Sergio Azzolini. Foi laureado nos Concursos Internacionais de Bayreuth (primeiro nomeado na sua disciplina em 1998), Toulon (primeiro prémio em 1999), Buenos Aires (segundo prémio em 2000) e venceu o prestigiado concurso ARD de Munique em 2008. Marc Trénel é, desde 1999, fagote solo na Orquestra de Paris e ocupou o mesmo posto na Orquestra da Tonhalle de Zurique entre 2008 e 2009. Como solista, Marc tocou com a Orquestra de Paris, com o Collegium Musicum de Basel no Stadtcasino de Basel, com a Sinfonieorchester da MDR na Gewandhaus de Leipzig, e com a Radio Kamer Philharmonie Nederlands no Concertgebouw de Amesterdão. Ele é igualmente convidado, com regularidade, para tocar na Orquestra de Câmara Mahler e na Orquestra de Câmara da Europa. Marc Trénel realizou recentemente várias gravações de peças para fagote e piano e para música de câmara para a editora INDESENS.

Fernando Ramos, Saxofone
É natural do Canadá. Fez o curso complementar de saxofone com Fernando Valente no Conservatório de Aveiro (1992-1997) e na Holanda licenciou-se em Saxofone, na classe do professor Henk van Twillert, em 2001, no Conservatorium van Amsterdam. Prosseguiu os estudos de mestrado, terminando em 2004 o Voortgezette opleiding Muziek em Artes Performativas. Participou em masterclasses com Jean-Yves Formeau, Claude Delangle, Kyle Horch, Leo van Oostrom, Mário Marzi, Christer Johnsson, Arno Bornkamp, Nobuya Sugawa, Steve Mauk, e Benjamin Herman e work-shops com Bobby McFerrin, Kenny Werner Trio, Christian McBride, Bob Mintzer e Uri Hoenig. Trabalha assiduamente com compositores portugueses e estrangeiros no desenvolvimento do repertório do saxofone, tendo-lhe sido dedicadas várias obras. É professor de Saxofone na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE), na Universidade de Aveiro e nas Escolas Profissionais de Música de Espinho e da Branca. Recebe regularmente convites para orientar masterclasses, workshops em Portugal e no estrangeiro, e tem sido membro de júri em vários concursos de saxofone. É membro fundador do Quad Quartet, Kinetix duo (com Jeffery Davis) e stP-Trio (com Gonçalo Dias e Telmo Marques) com os quais já se apresentou em vários países europeus. É doutorando na Universidade de Aveiro e prepara neste momento o seu primeiro projecto a solo intitulado alONE. É artista Rico Reeds e Selmer-Paris.

Pasi Pirinen, Trompete
Pasi Pirinen começou a estudar trompete com 8 anos em Tornio, Finlandia, e posteriormente na Sibelius Academy em Helsinkia. Estudou com John Miller na Guildhall School of Music and Drama em Londres, em Cleveland com Michael Sachs e em Paris com Antoine Curé. Em 1998 Pirinen ganhou o 1º prémio no ITG Ellsworth Smith Trumpet Competition nos EUA e em 1987 o 2º prémio no Concertino Praga Competition. Foi escolhido 'Brass Player of the Year' na Finlandia em 1999. Actualmente é Principal Trompete da Helsinki Philharmonic Orchestra e do Avanti ensemble de música contemporânea. Foi Principal Trompete da Finnish Radio Symphony Orchestra, Córdoba Symphony Orchestra e San Luis Chamber Orchestra na Argentina. Pirinen como convidado, colabora regularmente como Principal Trompete com orquestras como Concertgebouw Orchestra Amsterdam, London Sinfonietta, City of Birmingham Symphony Orchestra, Oslo Philharmonic Orchestra, Royal Stockholm Philharmonic Orchestra, Orquestra Nacional do Porto, Tapiola Sinfonietta, Mahler Chamber Orchestra e Finnish Baroque Orchestra. Como solista tem estreado inúmeras obras contemporâneas, incluindo concertos de Erik Bergman, Jouni Kaipainen and Harri Wessman. Performances da música contemporânea incluem ainda o concerto de Peter Maxwell-Davies, Requiem de Hans Werner Henze e Luciano Berios Sequenza X. Está presentemente a gravar o seu 2º álbum com a Tampere Philharmonic Orchestra e o maestro Hannu Lintu. Pirinen é professor na Sibelius Academy em Helsinkia e frequentemente dá masterclasses por todo o mundo: Londres, Manchester, Birmingham, Dublin, Fiiburgo, Porto, Oslo, Riga, Nova Iorque, Baltimore, Tokyo e Pequim. Pirinen foi júri em competições internacionais de Trompete como Theo Charlier, Porcia e ITG.
Frøydis Ree Wekre nasceu em Oslo, Noruega. A sua mãe era pianista e o seu pai um violinista amador. Desde cedo começou a aprender piano e violino, apenas começou a estudar trompa com 17 anos de idade. Estudou igualmente a Suécia, Russia e E.U.A.A pós vencer uma competição nacional, foi-lhe oferecido o lugar de trompista co-principal da Orquestra Filarmónica de Oslo em 1965, posição que abandonou em 1990. Desde 1991 até ao corrente ano lecciona trompa e música de câmara na Norwegian Academy of Music. Simultaneamente tem tido uma ativa carreira internacional, dando masterclasses, palestras, como intérprete, e como júri de competições internacionais. O seu livro, Thoughts on Playing the Horn well foi traduzido para várias línguas. Numerosos compositores dedicaram-lhe obras, algumas das quais foram gravadas pelas editoras SIMAX, CRYSTAL e 2L. Frøydis Ree Wekre é membro honorário da International Horn Society desde 1994, e tem colaborado com o Sarasota Music Festival, E.U.A; Banff Festival of the Arts e Domaine Forget, Canada.

Rui Pedro Alves, Trombone
Nasceu em Espinho e é licenciado pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto - IPP. Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian completou o Mestrado em Performance no Royal Northern College of Music com Crhis Houlding e uma Pós-graduação em Orquestra na Guildhall School of Music and Drama com Peter Gane e Eric Crees. Rui Pedro exerce a sua actividade de trombone freelance e toca regularmente com algumas das principais orquestras do Reino Unido particularmente com BBC Scottish Symphony Orchestra, Scottish Chamber Orchestra, Royal Scottish National Orchestra e Scottish Opera. Rui Pedro tocou também inúmeras vezes com a Orquestra Sinfónica do Porto e Orquestra Sinfónica de Galicia, é regularmente convidado na Orquestra Gulbenkian. Em 2007 foi membro da European Union Youth Orchestra e participou na Jeune Orchestre Atlantique em 2006. Neste momento encontra-se a terminar o seu Doutoramento no Royal Conservatoire of Scotland e lecciona trombone no Junior Department desta instituição.

Román González, Guitarra
Román González nasceu em La Manchica (Ourense - España) em 1956. Desde cedo teve contacto com a guitarra, embora no princípio tenha sido de forma autodidacta. Posteriormente mudou-se para Madrid, onde realizou os seus estudos musicais no Conservatório, depois dos quais regressa à Galiza ingressando como professor de Guitarra no Conservatório Superior de Música de Vigo, onde actualmente realiza o seu trabalho pedagógico. Uma vez finalizados os seus estudos superiores em Madrid com o professor José Luis Rodrigo, participa em diferentes cursos internacionais, destacando os realizados com os professores José Tomás (Vigo e Vila-Seca), Leo Brouwer (El Escorial), Paul O´Dette (Daroca) e principalmente com o Professor David Russell, guitarrista que influiu de forma directa e fundamental na sua formação técnica e musical (cursos de Ourense, Vigo, Menorca, Viena,etc.). Román divide a sua actividade docente no Conservatório com a realização de concertos. Como solista tem tocado em numerosos recitais embora a sua atenção se centre principalmente no trabalho com o flautista Fernando Raña, tanto na interpretação como na gravação da música escrita para flauta e guitarra. Gravaram dois discos para a companhia MUSICLAS e para a comemoração do 20 aniversário das suas formações estão a trabalhar na transcrição da integral de Bach para flauta e contínuo.

Jorge Moyano, Piano
Nascido em 1951 iniciou os seus estudos musicais na Fundação Musical dos Amigos das Crianças. Em 1968 concluiu o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, na classe da Profª Maria Cristina Lino Pimentel, tendo posteriormente frequentado vários cursos de aperfeiçoamento sob a orientação de mestres como Helena Moreira de Sá e Costa, Karl Engel, Claude Helfer, entre outros. Entretanto em 1974 terminou o curso de Engenharia Civil, e somente em 1975, ano em que entrou para o Conservatório como professor de Piano, passou a dedicar-se exclusivamente à música. Detentor de diversos prémios nacionais, exerce actualmente funções docentes na Escola Superior de Música de Lisboa, e mantém simultaneamente actividade como concertista. Nessa qualidade podem referir-se as suas participações nas temporadas de concertos da Fundação Calouste Gulbenkian e do Centro Cultural de Belém, e ainda em diversos festivais Sintra, Algarve, Macau, Galiza, La Roque Anthéron entre muitos outros. Participou regularmente na Folle Journée em Nantes e em Tóquio e na Festa da Música em Lisboa. Tem actuado com variadas orquestras Gulbenkian, Sinfónica Portuguesa, Nacional do Porto, Metropolitana de Lisboa, Filarmonia das Beiras,  Sinfónica de Tóquio, Orquestra de Câmara da Comunidade Europeia, Ensemble Musica Viva e Virtuosi di Kuhmo etc, - tendo-se ainda apresentado no estrangeiro, em países como Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Jugoslávia, Canadá, Tunísia. Faz parte regularmente de júris de concursos nacionais, tendo igualmente integrado os júris dos concursos internacionais Vianna da Mota, Cidade do Porto e Jovens Músicos da Comunidade Europeia. Editou um CD com obras de Schumann.

Nuno Aroso, Percussão
Nuno Aroso nasceu no Porto, 1978. Fez os seus estudos musicais na Escola Superior de Música do Porto com 20 valores no recital final e no Conservatoire National de Strasbourg. Frequentou durante o período académico diversos cursos e master classes com as referências fundamentais da percussão. Estudou com Jean Pierre Drouet o repertório do teatro instrumental. A sua actividade concertista centra-se na divulgação da música contemporânea. Apresenta-se com frequência em importantes festivais em Portugal, França, Bélgica, Espanha, Itália, Eslovénia, Alemanha, Brasil, China. Tocou em estreia absoluta mais de 60 obras e gravou parte deste repertório em diversas edições discográficas. É membro do Drumming-GP, da Oficina Musical e colabora com o Remix Ensemble, entre outros grupos em Portugal e no estrangeiro. Da sua actividade solística fortemente voltada para a exploração de novas linguagens da percussão, destaca-se a estreita colaboração com compositores, renovando os conceitos criativos e ampliando o repertório para o instrumento. Gravou Technicolor, um disco conceptual sobre o cinema, com obras que lhe foram dedicadas. Nuno Aroso lecciona na ESMAE e na EPME.