13º Curso Internacional de Técnica e Aperfeiçoamento Instrumental

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: PROFESSORES CONVIDADOS

  Alexei Mijlin, Violino

É um dos mais importantes violinistas da grande geração de músicos soviéticos. Nasceu em Minsk em 1938, numa família de músicos. Começou a estudar Violino em Lvov e mais tarde no Conservatório Tchaikovsky, com os professores Belenky e David Oistrakh. Foi vencedor do grande prémio do concurso da Rainha Elisabeth de Bruxelas e medalha de ouro da Fundação Eng. Isaye de Bélgica e é artista de mérito na Rússia. Tem realizado concertos como solista na Ex. URSS, Polónia, Irão, Bulgária, Alemanha, Holanda, França, Espanha, etc., acompanhado pelas melhores orquestras e Maestros do mundo (Ozawa, Cluitens, Kine, Roshdestvensky, etc.). É um mestre na interpretação de obras de Paganini e Tchaikovski. É professor na Academia Superior de Gnessin de Moscovo e actualmente no Conservatório de Oviedo. Entre os seus alunos encontram-se vários vencedores de Primeiros Prémios de concursos nacionais e internacionais.

  Ani Schnarch, Violino

Violinista Romena-Israelita-Britânica é vencedora do prestigioso Francois Shapira (Israel) e do Prémio Comemorativo Mozart (Inglaterra).  Nascida em Bucharest, Roménia, começou a tocar aos sete anos. Em 1979 foi viver para Israel e continuou os seus estudos com Felix Andrievsky na Samuel Rubin Music Academy (Universidade de Tel Aviv), com quem também estudou posteriormente  no  Royal  College  of Music (Londres). Entre as interpretações de Ani Schnarch destaca-se o programa de Bartok e Ysaye no South Bank e a sua estreia no Wigmore Hall em 1989. Tem tocado em directo para a rádio e televisão na Áustria, França, Alemanha, Israel, Noruega, Roménia e E.U.A. Em concertos a solo, tem-se apresentado com importantes orquestras por todo o mundo e nos principais palcos da Europa e América. Tem participado nos Festivais de Bath, Bergen, Bowdoin, Lake District, Moscovo e Windsor entre outros. Ani Schnarch é muito requerida como professora de violino no Royal College of Music (Londres), lecciona master-classes na Europa, Estados Unidos, Canadá, Israel, Japão e tem sido júri em muitos concursos internacionais de violino. É uma das fundadoras e professora do internacionalmente reconhecido Keshet Eilon Violin Mastercourse (Israel), é Directora Artística do New Virtuosi Mastercourse e do Festival Val Gardena  (Itália). Ani Schnarch toca num violino JB Guadagnini de 1745, emprestado generosamente pela Colecção de Instrumentos do Royal College of Music.

  Ryszard Wóycicki, Viola d'Arco

Nasceu na Polónia, Ryszard Wóycicki terminou o mestrado pela Escola Superior de Música de Varsóvia Fryderyk Chopin na classe de violeta do professor Stefan Kamasa. Aperfeiçoou-se a nível de Música de Câmara com os professores I. Dubiska, G. Bacewicz, K.  Wilkomirski, T. Baird, W. Lutoslawski, S. Kamasa, V. Tátrai, A. Mihály, F. Druzhinim. Obteve vários prémios internacionais em Música de Câmara com o Quarteto Bacewiz e com o Quarteto Polaco obteve o Grand Prix em Colmar, Belgrado e Munique. Foi primeiro viola na Orquestra Polaca, na Ópera de Câmara de Varsóvia, no Teatro e Ópera Nacional de Varsóvia, na Orquestra de Câmara Nacional Filarmónica de Varsóvia e na Orquestra Sinfónica do Porto da Casa da Música, tendo tocado a solo em diversas oportunidades. Leccionou na Escola Superior de Música de Varsóvia e na Escola Profissional de Música de Espinho. Realizou Masterclasses em Portugal e no Brasil. É professor  adjunto da Escola Superior de Música do Porto. Integra o grupo Solistas do Porto e o Quarteto Suggia, sendo actualmente o primeiro viola da Orquestra Nacional do Porto.


  Jed Barahal, Violoncelo

Concertista com mais de 25 anos de carreira, é mestre em música pela Yale University e licenciado pela Juilliard School de Nova York. Estudou com Harvey Shapiro, Lorne Munroe e Aldo Parisot, e frequentou Master Class com Pierre Fournier, Paul Tortelier e Janos Starker. Nas suas actuações em Portugal, Estados Unidos, Brasil e outros países, registam-se dezenas de concertos a solo com Orquestra, para além de inúmeros Recitais com Piano, a solo, e de Música de Câmara nas mais variadas formações. Possui um extenso repertório que abrange todos os estilos, incluindo nas suas apresentações obras contemporâneas em 1ª audição. Foi Violoncelo solo da Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo (Brasil), Orquestra do Capitólio de Toulouse (França), e da Régie Sinfonia do Porto, entre outros. Natural da Califórnia e residente em Portugal há mais de 10 anos, é professor da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, do Instituto Politécnico do Porto desde 1993 e membro da Oficina Musical do Porto desde 1996.


  Petia Bagovska, Contrabaixo

Petia Bagovska é  actualmente  Professora Catedrática  de  Contrabaixo  na  Academia Nacional de Música de Sofia, Bulgária. Tendo estudado com  o Professor  Todor Toshev e  Professor  F.  Petracchi,  foi  distinguida  com prémios em competições nacionais e internacionais de contrabaixo. É amplamente reconhecida como solista e professora em toda a Europa e Estados Unidos. Foi, em 2005, solista da Northwest Chicago Symphony Orchestra tendo também actuado com a Chicago Pops Orchestra. Petia Bagovska foi docente convidada em instituições de ensino na Alemanha, Inglaterra, Finlândia, Suiça, Grécia e nos Estados Unidos, nomeadamente na Universidade de Texas-Ausin, a NE University de Chicago, Butler-Indianapolis e Penn State University. Participou com recitais e master classes em numerosas convenções e festivais de contrabaixo nos Estados Unidos (Michigan e Oklahoma) e na Europa (Polónia, França e Alemanha).  Foi membro do júri na International  Bass Competition - J.M. Sperger na Alemanha e Fr. Simandl na República Checa. Petia Bagovska editou até a data dois CDs; Gallery e One Bass One Woman. Foi editora de publicações de repertório para contrabaixo, tendo também publicado artigos de investigação sobre o instrumento, como The contribution by Dragonetti, Bottesini and Koussewitzky for the bass art e o seu livro Double Bass Studies. A revista Londrina Double Bassist de 2000, publicou um artigo acerca de Petia Bagovska intitulado La voix Bulgare.


  Michel Bellavance, Flauta

Flautista Suíço-Canadiano, Michel Bellavance tem tocado pela Europa e pela América Latina com as mais conceituadas Orquestras, como a Orquestra Gulbenkian de Lisboa, Orquestra  de Câmara de Genebra, Camerata  Académica Orquestra  de  Paris,  Orquestra  Sinfónica Nacional do Peru,  Orquestra do Estado de San Juan, Orquestra Filarmónica de Mendoza, Orquestra Sinfónica do Estado da Bahia, a Orquestra Sinfónica de Maracaibo e Ensemble Ad Hoc, interpretando concertos de Nielsen, Ibert, Reinecke, Bernstein, Kabalevski, Liebermann, Mozart, Bach, Vivaldi e Hue. Tem dado recitais nas principais capitais, e já se apresentou em festivais na Suíça, Estados Unidos, Peru, Brasil, Venezuela, Costa Rica, Santiago do Chile, Colômbia, Equador, e em várias emissoras de rádio: CBC, Rádio Suisse Romande e Rádio Pública Nacional (EUA). A discografia de Michel Bellavance inclui quatro gravações que atestam o seu interesse por um tipo de repertório menos familiar. Os seus dois discos para Brioso Recordings (EUA) têm recebido elogios da crítica internacional. Além de suas atividades como intérprete, Michel Bellavance é professor de flauta no Conservatório de Genebra, (HEM) (Suiça). Tem leccionado workshops e master classes em Inglaterra, França, Suíça, Itália, Espanha, Roménia, Canadá, EUA, Brasil, Argentina, Peru, Costa Rica, Chile, Equador, Colômbia, China e Austrália.Como bolseiro do Conselho de Artes do Canadá, Michel Bellavance estudou em Paris, Genebra, Zurique e São Francisco, trabalhando com artistas como Aurèle Nicolet, Patrick Gallois, Maxence Larrieu, Adorján András e Paul Renzi.


  Isaac Duarte, Oboé

É oboísta co-solista e corne inglês da Orquestra da Tonhalle de Zurique (Suíça). Natural de Olinda (PE), estudou na Universidade Federal da Paraíba e foi primeiro oboísta da Orquestra Sinfónica do Recife (PE) e professor do Centro de Criatividade Musical de Pernambuco, antes de se aperfeiçoar com Peter Fuchs no Conservatório e Escola Superior de Música de Zurique. Atuou como solista sob a batuta de vários regentes como David Zinman, Marek Janowsky e Claus Peter Flor. Gravou os concertos para oboé e orquestra de W. A. Mozart, J. Haydn, J. Fiala, assim como o Concerto para violino, oboé e orquestra de cordas de J. S. Bach com a Brixi Chamber Orchester of Prague sob a regência de Christoph Meister. O trabalho com estudantes e jovens músicos ocupa um lugar importante na vida profissional. Integrou o corpo docente do Festival de Inverno de Campos do Jordão (SP), Festival Instrumenta em Oaxaca, no México, da Oficina de Música de Curitiba (PR), além de ministrar cursos de oboé no Nordeste do Brasil. Em parceria com a pianista Mónica S. Kato Duarte forma o DUoARTE, tendo gravado o CD Palheta Brasileira (obras de compositores brasileiros eruditos),  e um outro com obras de R. Schumann, H. Villa-Lobos e H. Birnbach.


  Etienne Lamaison, Clarinete

Nasceu em França em 1966. Divide as suas actividades entre uma carreira de solista, no Festival Présence da Rádio France, com a Orquestra Ile de France, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Ensemble 2E2M, entre outros, e músico de câmara em todo o mundo, especialmente com o Ensemble Zellig. Desenvolve uma intensa actividade pedagógica, sendo actualmente professor na Universidade de Évora.  Tem sido convidado pela Fundação Calouste Gulbenkian para criar e desenvolver ateliers para crianças e adultos. Dá master-classes em Portugal, Espanha, França e Brasil.   Estudou no Conservatório Nacional Superior de Música de Lyon na classe de Jacques Di Donato onde obteve o diploma de Estudos Superiores. Estudou também no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris onde adquiriu o diploma de clarinete baixo. Enriqueceu a sua formação durante uma residência no Centre for The Arts em Banff no Canadá, entre 1991 e 1992. Notado em vários concursos internacionais, foi finalista do concurso internacional de Tunbridge Wells (Grã Bretanha), onde recebeu o Prémio Hans Romney Mémorial. Deixou a Orquestra Metropolitana de Lisboa, onde foi clarinete solista durante dez anos, para se dedicar inteiramente à composição. Trabalha e desenvolve vários trabalhos na área da improvisação e da composição dentro da música contemporânea, jazz e músicas tradicionais. Desenvolveu alguns espectáculos de teatro musical e concertos em parceria com artistas plásticos, como os T(r)emores do Sábio. Estreou numerosas peças, especialmente escritas para si, de compositores como Thierry Pécou e Mickael Parker.


  Rui Lopes, Fagote

Iniciou os seus estudos de Fagote na Artave, mas apesar de o ter feito com 18 anos, rapidamente o seu forte temperamento musical e o seu virtuosismo foram reconhecidos pela crítica. Estudou com Hugues Kesteman, Sergio Azzolini e Marco Postinghel.  Rui Lopes tocou Primeiro Fagote em Orquestras como a Orchestre de Paris, Camerata Bern, Zürcher Kammerorchester, Kammerorchester Basel, Ensemble Modern Orchestra, trabalhando com personalidades como Maurizio Polini, Christoph Eschenbach, Jirí Belohlávek, Sakari Oramo, Esa-Pekka Salonen e Pierre Boulez. Gravou um CD a solo para a DRS2, Rádio Clássica Suíça, e apresentou-se como solista com as Orquestras do Algarve, Sinfónica Portuguesa, da Ópera Nacional Finlandesa, Sinfónica de Zurique, Sinfónica de Basel, de Câmara Kremlin, de Câmara Checa, entre outras. Foi Primeiro Fagote Solo da Ópera Nacional Finlandesa (2002-2004) e posteriormente Fagote Solista do Ensemble Nacional Espanhol de Música Contemporânea em Madrid (2005-2006). Premiado em várias ocasiões, entre elas o 1º prémio no Concurso de Interpretação do Estoril 2008, Rui Lopes participa habitualmente em Festivais de Música como os de Schleswig-Holstein, Alemanha; Bohuslav Martinu, República Checa; Crusell, Finlândia; Sonoro, Roménia e Davos e Lucerna, Suíça, tocando com Trio Tecchler, Quarteto Casal, Konstantin Lifschitz, Patricia Kopatchinskaja, Alina Pogostkina, Nabil Shehata, Marcelo Nisinman, Juliette Hurel, Nicholas Daniel, Sebastian Manz, Paolo Beltramini e Dimitri Ashkenazy. Entre 2006-2010 leccionou Fagote e Música de Câmara na Universidade de Aveiro e actualmente é docente na Metropolitana (ANSO). É membro do Trio Almaviva, do Lucern Wind Ensemble e do Ensemble Laboratorium (grupo apadrinhado por Pierre Boulez).


  António Felipe Belijar, Saxofone

Começou os seus estudos musicais com sete anos de idade, completando-os no Real Conservatório Superior de Música de Madrid, onde obteve o Premio de Honor Fin de Carrera de Saxofón. Realizou vários recitais, concertos como solista e masterclasses um pouco por todo o mundo, tendo actuado por diversas vezes em Espanha com as orquestras RTVE e Comunidad de Madrid, na Alemanha, Holanda, Dinamarca com a The Schleswig - Holsteine Musik Festival Oschester, com maestros David Sallon, Pekka Salonen, Donald Runnicles e Christoph Estendas. Foi seleccionado pela Selmer - Paris para o 1er Templin Jeunes 2002-2003”, para onde só foram escolhidos quatro saxofonistas europeus. Recebeu os primeiros prémios no II Concurso Internacional para Jovens Solistas - Categoria B (até aos 19 anos), em 1995; na categoria A (até aos 25 anos), no Prémio Especial do III Concurso Internacional de Saxofone para Jovens Solistas (1996); no XIV Music  Competition  Pacem in Terris (2001), em Bayreuth, Alemanha; o terceiro Prémio e Prémio Especial da Província de Lieja no III Concurso Internacional Adolphe Sax em Dinant (Bélgica, 2002) e o segundo Prémio no IV Concurso Internacional Adolphe Sax (2006). É membro e director do grupo de saxofones Sax Antiqua. Assiduamente realiza Masterclasses de saxofone em Espanha, Itália e Portugal.


  Frits Damrow, Trompete

Estudou no Maastrichts Conservatorium e depois continuou os seus estudos com James Stamp, Thomas Stevens and Pierre Thibaud. Em 1982 tornou-se Primeiro  trompete na Radio Symfonie Orchestra da Holanda e professor de trompete no Maastrichts Conservatorium. Ele juntou-se à famosa  Royal Concertgebouw Orchestra of Amsterdam em 1991 e foi primeiro trompete até ter deixado a orquestra em 2010. Durante 15 anos foi professor de trompete no Conservatorium van Amsterdam. Em 2009 aceitou o lugar de professor de trompete na University of Arts in Zürich, Suiça, (Zürcher Hochschule der Künste) onde ensina alunos de todo o mundo. Famoso como solista e professor, é um regular convidado em festivais e cursos de verão no Japão, México, Espanha, Grécia, Lituânia, Alemanha e Austria. Como solista tocou com várias orquestra na Holanda, Alemanha, Itália, Japão, Coreia, Roménia, Lituânia, México, Geórgia e Eslováquia. De Haske Publications publicou diversos livros seus como Fitness for Brass, Bel Canto for Brass, Multistyle Studies and Sound the Trumpet.


  Will Sanders, Trompa

Nasceu em Venlo, Holanda. Estudou trompa em Maastricht com H.Crüts e E.Penzel finalizando os seus estudos com distinção. Enquanto estudante, foi membro da Orquestra de Jovem  na União Europeia, dirigida por Claudio Abbado. Em 1986 foi trompista co-principal na Orquestra Nacional de Opera de Mannheim. Dois anos depois foi solista da Orquestra Sinfónica de Baden/Baden - Freiburg. Em 1990 passou a ocupar a mesma posição na Orquestra Sinfónica da Rádio de Baviera. De 1992 a 1997 foi solista do Festival de Bayreuth onde tocou a Ópera Siegfried. Will Sanders colaborou com as principais orquestras alemãs dirigidas pelos mais conceituados maestros , tendo sido músico convidado da Orquestra Filarmónica de Viena. Para além do trabalho orquestral tem-se apresentado internacionalmente como solista, gravou diversos CDs, gravações para a radio e colaborou com inúmeros ensembles de câmara, tais como German Wind Soloists, Linos Ensemble, o Mullova Ensemble e German Brass. É o fundador do Ensemble Alemão de trompas. Desde 1995 lecciona no conservatório de Maastricht. Em 1999 começou a ministrar as disciplinas de trompa e música de câmara como professor catedrático da Escola Superior de música de  Karlsruhe. Will Sanders orientou masterclasses nos Estados Unidos, Brasil, Japão, Austrália, Coreia, Suiça e em vários países da Europa. Muitos dos seus alunos são músicos de grupos de câmara e orquestras conceituadas.






György Gyivicsán, Trombone
Nasceu em Orosháza na Hungria.  Estudou com o Professor Simon István no Conservatório e Universidade de Szeged (Hungria) entre 1992 e 2001. De 2001 a 2003 estudou na Escola Superior de Música de Freiburg com o Professor Branimir Slokar. Entre 2003 e 2005 pertenceu à classe de Solistas da Escola Superior de Música de Berna. No ano de 1999 foi 1º Classificado na Competição Nacional Húngara e em 2003 obteve também o 1º prémio na Competição Internacional de Porcia (Itália). Foi Solista na Orquestra Sinfónica da Rádio de Berlim de 2002 a 2004. É desde 2005 Professor na Universidade de Szeged. Membro do ?Slokar Quartet? e membro fundador dos ?Genesis Brass?, mantém com estes grupos uma intensa actividade musical.

 



Román González, Guitarra
Román González nasceu em La Manchica (Ourense - España) em 1956. Desde cedo teve contacto com a guitarra, embora no princípio tenha sido de forma autodidacta.
Posteriormente mudou-se para Madrid, onde realizou os seus estudos musicais no Conservatório, depois dos quais regressa à Galiza ingressando como professor de Guitarra no Conservatório Superior de Música de Vigo, onde actualmente realiza o seu trabalho pedagógico.
Uma vez finalizados os seus estudos superiores em Madrid com o professor José Luis Rodrigo, participa em diferentes cursos internacionais, destacando os realizados com os professores José Tomás (Vigo e Vila-Seca), Leo Brouwer (El Escorial), Paul O´Dette (Daroca) e principalmente com o Professor David Russell, guitarrista que influiu de forma directa e fundamental na sua formação técnica e musical (cursos de Ourense, Vigo, Menorca, Viena,etc.).
Román divide a sua actividade docente no Conservatório com a realização de concertos. Como solista tem tocado em numerosos recitais embora a sua atenção se centre principalmente no trabalho com o flautista Fernando Raña, tanto na interpretação como na gravação da música escrita para flauta e guitarra. Gravaram dois discos para a companhia MUSICLAS e para a comemoração do 20 aniversário das suas formações estão a trabalhar na transcrição da integral de Bach para flauta e contínuo.





Constantin Sandu, Piano
Pianista luso-romeno, natural de  Bucareste, trabalhou com os professores Sonia Ratescu, Constantin Nitu e Constantin Ionescu-Vovu no Conservatório Superior de Música C. Porumbescu.
Tem desenvolvido uma intensa actividade de concertista em vários países europeus e asiáticos tendo recebido louvores por parte do público e da crítica da especialidade. A prestigiosa revista britânica Piano Journal apreciou: ?a abordagem de Constantin Sandu é séria, respeitadora e objectiva, todavia a sua personalidade sensível permite-lhe realizar uma interpretação muito pessoal e autêntica?. É detentor de vários prémios internacionais nos concursos de Senigallia, Viotti-Valsesia, Paloma O?Shea em Santander, Epinal e Maria Canals em Barcelona. Apresentou-se em Festivais de renome tais como Enescu ? Bucareste, Chopin ? Paris, Ciudad de Ayamonte e em 2005 no Festival de Primavera de Sevilla sendo elogiado pela crítica no diário ABC ?um pianista soberbo, dono do legato, do pedal, do equilíbrio e da forma, (...) um colorido e uma delicadeza magistrais, (...) mestria irrepreensível. Esmagador.?  É convidado regularmente, como solista, das Orquestras Filarmónicas George Enescu, Transilvania, Oltenia, Orquestra Sinfónica da Radiodifusão Romena. Participou em orquestras europeias, tais como: Arthur Rubinstein ? Lodz, Filarmónica de Halle, Orquestra Bodensee, Orquestra Nacional de Bielorússia, Orquestra Sinfónica da Radiotelevisão de Kiev, Filarmónica Nacional da Moldavia e Orquestra Nacional do Porto. Foi membro de Júri dos Concursos Vianna da Mota, Cidade do Porto, Viotti Valsesis, Pinerollo-Citá della cavalleria, Helena Sá e Costa e Florinda Santos. Actualmente é professor de Piano na ESMAE do Porto.




Nuno Aroso, Percussão
Nuno Aroso nasceu no Porto, 1978. Fez os seus estudos musicais na Escola Superior de Música do Porto com 20 valores no recital final e no Conservatoire National de Strasbourg. Frequentou durante o período académico diversos cursos e master classes com as referências fundamentais da percussão. Estudou com Jean Pierre Drouet o repertório do teatro instrumental.A  sua actividade  concertista centra-se na divulgação da música contemporânea. Apresenta-se com frequência em importantes festivais em Portugal, França, Bélgica, Espanha, Itália, Eslovénia, Alemanha, Brasil, China. Tocou em estreia absoluta mais de 60 obras e gravou parte deste repertório em diversas edições discográficas. É membro do Drumming-GP, da Oficina Musical e colabora com o Remix Ensemble, entre outros grupos em Portugal e no estrangeiro. Da sua actividade solística fortemente voltada para a exploração de novas linguagens da percussão, destaca-se a estreita colaboração com compositores, renovando os conceitos criativos e ampliando o repertório para o instrumento. Gravou Technicolor, um disco conceptual sobre o cinema, com obras que lhe foram dedicadas. Nuno Aroso lecciona na ESMAE e na EPME.