:: PROFESSORES CONVIDADOS


Jolente de Maeyer, Violino

Uma das mais proeminentes violinistas belgas, Jolente De Maeyer trouxe o seu virtuosismo e interpretações apaixonadas para públicos diversificados. É reconhecida como uma artista excecionalmente talentosa, refletida nos inúmeros prémios e críticas efusivas que recebeu, pelas suas apresentações ao vivo e gravações. Premiada em vários concursos internacionais, em Portugal (Cardona Competition), Rússia (Liana Issakadze Competition) e Londres (Benjamin Britten Competition), a carreira internacional de Jolente começou com uma participação bem sucedida no Queen Elisabeth Competition, em Bruxelas. Seguiram-se apresentações com todas as principais orquestras belgas e tournées de concertos na Europa e na América.Fez a sua estreia na Flórida, Vermont, Califórnia, Washington DC e Canadá, em 2017. Seguiu-se uma extensa tournée, na África do Sul.Os compromissos futuros incluem tournées na Europa, Canadá, América e China. As suas gravações incluem concertos de Saint-Saens e Vieuxtemps com a Orquestra Filarmónica de Liège com Christian Arming, premiado com um 'Editors Choice' de Diapason, e o CD 'Kreutzer sonata' com o duo Nikolaas Kende, premiado com um 'Gold Label' de Klassiek Central.Após um convite de Yehudi Menuhin, quando tinha 14 anos, Jolente estudou na Yehudi Menuhin School, Londres. Continuou os estudos em Londres, Berlim e Waterloo onde se formou na classe de Augustin Dumay, em 2013. Desde 2018 Jolente é professora de violino no Conservatório de Tilburg, Holanda e desde 2021 no Conservatório Real de Antuérpia. Jolente deu masterclasses na Bélgica, Alemanha, Itália e EUA.


Ana Beatriz Manzanilla, Violino

Violinista venezuelana é membro da Orquestra Gulbenkian desde 1996. É fundadora e diretora artística da Camerata Atlântica e professora de violino na Escola Superior de Música de Lisboa. Tem desenvolvido um trabalho dinâmico com os jovens, nomeadamente como cofundadora da Orquestra Geração, como tutora do Estágio Gulbenkian para Orquestra, como criadora e diretora do Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa e como tutora de cordas da Orquestra Sinfónica Juvenil e da Nova Ópera de Lisboa. Desde 2018 é Diretora Musical do Festival Fernando Mascarenhas no Palácio Fronteira em Lisboa. Em 2019 recebeu o Prémio Relevância na Comunidade na área das Artes, outorgado pelo Instituto Politécnico de Lisboa. Ana Beatriz Manzanilla formou-se no El Sistema de Orquestras Juvenis da Venezuela, tendo atuado em concertos acompanhada pelas orquestras Sinfónica Simón Bolívar, Orquestra Municipal de Caracas, Orquestra Nacional do Panamá, a Orquestra da Juventude de Munique, Filarmónica Rhodanien de França e, em Portugal, pela Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Algarve, Sinfonietta de Lisboa e Orquestra Clássica do Centro. Durante vários anos fez parte da Orquestra Sinfónica de Lara (Venezuela) como concertino adjunta. Foi concertino da Orquestra do Norte. Gravou dois CD com duos para Violino e Viola com Pedro Saglimbeni Muñoz, e, com a Orquestra Gulbenkian, o concerto em Sol maior de Mozart no ano das comemorações dos 50 anos da orquestra.


Paul Wakabayashi, Viola d' Arco

Nasceu em 1962 nos Estados Unidos da América. Estudou violino com Jenny Rudin e viola com Bernard Zaslav e Lilian Fuchs. Licenciou-se na Manhattan School of Music, em Nova Iorque, onde recebeu o Prémio de Excelência de Música de Câmara Hugo Kotschalk. Os seus professores de Música de Câmara incluíram, entre outros, membros do Guarneri Quartet, America Quartet, Cleveland Quartet, Cavani Quartet, Zoltan Szekely do Hungarian Quartet, Colin Hampton do Griller Quartet e Quarteto Amadeus. Integrou o Quarteto Myriad (vencedor do Prémio Carmel Chambermusic em 1991) e foi fundador de Cypress String Quartet. Tem uma vasta experiência de música de câmara, incluindo atuações com Arthur Balsam, Awadagin Pratt, António Rosado, Pedro Burmester, António Saiote, Paulo Gaio Lima, entre outros. Paul Wakabayashi participou em Festivais em Aspen e Taos nos EUA e em Banff (Canadá). Exerceu as funçõesde diretor de orquestra duranteo Ashland Shakespeare Festival, no Oregon, em 1990. Íntegra o Quarteto Lacerda, Quarteto Alcípe, Músicos do Tejo e Ensemble Alorna. Lecionou na Universidade de Évora e atualmente é professor da Academia Nacional Superior de Orquestra.



Joachim Eijlander, Violoncelo

Joachim Eijlander apresenta-se como solista e músico de câmara na Europa, Ásia e Estados Unidos. A solo apresentou-se com Lisa Larsson, Robert Holl, Solomiya Ivakhiv, Klara Wurtz, Inon Barnatan, Karl Leister, Olivier Patey e com o quarteto Borodin e, colaborou com os compositores Henri Dutilleux, György Kurtag, Sofia Gubaidulina, Louis Andriessen e Joey Roukens. Em 2015, gravou as cello suites de J. S. Bach e, em 2017, os caprichos de A. Piatti e J. dall'Abaco em CD, sob a etiqueta da Navis Classics. Em 2020, o mais novo álbum Dark Fire, com música de A. Saygun, A. Tsintsadze e G. Cassadó foi publicado pela gravadora TRPTK. Os álbuns foram muito elogiados na imprensa internacional.É frequentemente convidado para os festivais internacionais de música de Sitka Alaska, El Paso Texas, Prussia Cove (GB), Schleswig-Holstein e Mecklenburg-Vorpommern (Alemanha). Apresentou-se em salas como Philharmonie e Konzerthaus Berlin, Tonhalle Zürich, Concertgebouw Amsterdam, Philadelphia Chambermusic Society e em Nova York.É professor de violoncelo no Conservatoire Royal National Supérieur de Musique de Namur, na Codarts Rotterdam, representante das seções de violoncelo e contrabaixo na Codarts, bem como professor na Dutch Stringquartet Academy. Lecionou como professor convidado na Indiana University, Texas University, Kansas University, Milwaukee Conservatoire, Oklahoma University, Ljubljana Conservatoire na Eslovênia e em festivais internacionais. Joachim Eijlander foi também o fundador do internacionalmente aclamado Rubens Quartet, que existiu de 2000 a 2014. O quarteto obteve diversos prémios internacionais na Europa e nos EUA.Joachim Eijlander toca num violoncelo italiano feito em Roma, em 1755.



Vladimir Kouznetsov, Contrabaixo

Nasceu em 1962 em Moscovo. Aos 5 anos começou a estudar violino na Escola de Música Stasov na classe do Professor Yakov Shteiman.Prosseguiu os seus estudos na Escola Central Especializada de Música da União Soviética,onde iniciou os estudos de contrabaixo na classe da Professora Inna Lavrova.Concluíu a Licenciatura e o Mestrado no Conservatório Superior Tchaikovski em Moscovo, sob a orientação do Professor Leopold Andreev e o Mestrado no Conservatório Superior Mussorgski em Ekaterinburg, na classe do Professor Oleg Rudin.Iniciou a sua carreira profissional em 1983 na Orquestra Estatal de Moscovo, sob a direção de Veronica Dudarova. Em 1990 ingressou na Orquestra Filarmónica de Moscovo, dirigida por Vassily Sinaisky.Em 1996 veio para Portugal, onde trabalhou na Orquestra de Norte sob a direção do Maestro José Ferreira Lobo.Em 1998 ingressou na Orquestra Metropolitana de Lisboa, onde trabalha até ao presente momento como Chefe de Naipe dos contrabaixos e exerce o cargo de Professor na Academia Superior de Orquestra. No que se refere à música da câmara, apresenta-se todos os anos em recitais com vários agrupamentos e é convidado para lecionar masterclasses em diferentes escolas de Portugal.Tocou em Ensemble de Solistas dirigido pelo pianista Sviatoslav Richter, entre outros.Fez digressões com vários agrupamentos em diversos países, incluindo Portugal.



Nuno Inácio, Flauta

Nuno Inácio é 1º Solo-Flautista da Orquestra Metropolitana de Lisboa. É desde 1999 docente na Escola Superior de Música de Lisboa e na Academia Nacional Superior de Orquestra (Academia da Metropolitana). Diplomado pela ESML com classificação máxima foi durante dois anos, aluno do Professor Trevor Wye, em Inglaterra. William Bennett, Trevor Wye e Viçens Prats foram os Mestres que mais o influenciaram. É Mestre pela UNL e Doutorando em Artes Musicais na mesma Universidade.Nuno Inácio é considerado uma das referências incontornáveis da Flauta em Portugal, estatuto que tem vindo a ser afirmado pela presença nas Convenções Internacionais de Flauta da British Flute Society (BFS), Associação de Flautistas de Espanha (AFE), e concertista regular nos mais consagrados festivais e palcos nacionais, tanto no âmbito da Música de Câmara como solista com diversas orquestras, como a Orquestra Gulbenkian, Sinfónica Portuguesa, Metropolitana, etc. Foi dedicatário em obras escritas por Sérgio Azevedo, Eduardo Patriarca e Fernando Lobo.Dos vários prémios obtidos destacam-se o 1º Prémio no Concurso Internacional de L.U.F.A.M., em Paris, e o 1º Prémio e Distinção de Jovem Músico do Ano no PJM da RDP/antena2. Realizou inúmeras gravações e concertos em directo para a RTP e Antena 2. Foi protagonista em dois documentários para a RTP2, Bravo e Sons da Música. Orientou Master Classes e Workshops na ESMAE, ESML, ARTAVE, Cursos Internacionais de Vila do Conde, EPABI, Conservatórios e Academias de Águeda, Minde, Ovar e Cursos Internacionais da Academia de Barcelos. Actua regularmente com o Pianista Paulo Pacheco, a harpista Carolina Coimbra e o cravista Marcos Magalhães. Colabora com o Moscow Piano Quartet e Ensemble d'Arcos.



Ricardo Lopes, Oboé

Concluiu o curso de oboé no Conservatório Nacional de Lisboa em 1984. Foi professor de oboé nesta mesma instituição, membro da Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de São Carlos e é, actualmente, primeiro oboé na Orquestra Sinfónica Portuguesa, onde tem trabalhado sob a direção dos maestros Nello Santi, Jeffrey Tate, Alain Lombard, Rafael Frübeck-de-Burgos e Eliahu Inbal.¶ Colaborou com diversas orquestras como 1º oboé, entre as quais as Orquestras Sinfónica do TNSC, Gulbenkian, do Norte e a Regie Sinfonia, e como solista, apresentou-se com as Orquestras Sinfónica do TNSC, a Regie Sinfonia, a Nacional do Porto, a Sinfónica Portuguesa, entre outras orquestras ad hoc.¶ Desde 1995 é professor de oboé na Escola Superior de Música do Porto, materializando um projecto de ensino que têm sido largamente reconhecido, sendo regularmente convidado para ministrar masterclasses em Portugal e na Alemanha.¶ É membro fundador do Quinteto Flamen, com o qual se apresentou em todo o País, e colaborou com diversos agrupamentos de instrumentos originais como a Freitag Akademie, o Bach Collegium de Zurique, e ainda o "Divino Sospiro", com o qual se apresentou em festivais internacionais de renome como o Festival Ille de France, o Festival de Ambronay ou as Folle Journée de Nantes e Tóquio, bem como na gravação de vários cd's.¶ Dedicando grande parte da sua atividade à divulgação da música contemporânea estreou e executou obras de vários compositores portugueses como: António Carrapatoso, Virgílio Melo, Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas, Paulo Brandão, Álvaro Salazar e Isabel Soveral, entre outros.¶ Ao longo de mais de 30 anos de carreira, tem-se apresentado em Espanha, França, Itália, Suíça, Alemanha, Áustria e Japão, e efetuou inúmeras gravações para a RTP e RDP, não só integrando agrupamentos de câmara como também em recitais a solo, tendo várias das suas atuações sido difundidas não só pela RDP2 mas também pela espanhola RNE Clássica, a suíça RSR2 e a britânica BBC3.



Nuno Silva, Clarinete

É um dos clarinetistas de referência da sua geração. A crítica internacional reserva-lhe elogios como: "Silva has the chops to handle all this music and the swing to sell it".- Fanfare Magazine, "Silva's tone has great core focus and ring". - The Clarinet. É frequentemente convidado a apresentar-se no congresso mundial do clarinete: Atlanta, Vancouver, Porto, Los Angeles, Assici, Madrid, Orlando e Osteend, tendo, neste último, atuado no concerto de gala com o Concerto de Artie Shaw com a Symphonic Band of the Belgium Navy. Em 2018, tocou o concerto de M. Lindberg tendo sido o primeiro clarinetista a fazê-lo sob a direção do compositor. Como professor tem realizado masterclasses por todo o mundo, e, em 2018, foi professor convidado da Haute École de Musique de Genève. A sua notoriedade a nível internacional tem proporcionado convites para júris em concursos internacionais de clarinete de maior relevo. Nuno Silva é artista da Buffet Crampon, Vandoren e Silverstein. É diplomado pela ESMAE, Universidade Nova de Lisboa e California State University onde obteve um mestrado com classificação máxima. Em 2017 foi-lhe conferido o grau de Doutor com distinção na Universidade de Évora. Em 2020 publicou o livro CLARINETE.PT que tem tido grande aceitação. Foi vencedor de todos os concursos nacionais incluindo o 1º Prémio de Clarinete e Música de Câmara no PJM 1991 e distinguido em concursos internacionais. A sua biografia consta do livro de Gianluca Campagnolo "Great Clarinettists".



Virgílio Oliveira, Fagote

Virgílio Oliveira (Guimarães, 1990) ocupa atualmente o cargo de 2º Fagote e Contrafagote na Orquestra Staatstheater am Gärtnerplatz, em Munique, Alemanha. Com uma importante atividade orquestral, já colaborou com as orquestras Mahler Chamber Orchestra, Ensemble Les Dissonances, Deutsche Kammer-philharmonie Bremen, European Union Youth Orchestra (Summer School), sendo ainda de destacar a colaboração enquanto 1º fagote com a Symphonieorchester des Bayerichen Rundfunks, Münchner Philharmoniker, Deutsches Symphonie-Orchester Berlin, The Hallé Orchestra Manchester, Münchener Kammerorchester, Gürzenich-Orchester Köln, Philharmonisches Staatsorchester Hamburg, Konzerthausorchester Berlin, Gustav Mahler Jugendorchester, entre outras.¶ Enquanto solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfónica da ESMAE, Sinfonietta Báltica (Alemanha), Orquestra Gulbenkian, Orquestra XXI e com a Münchener Kammerorchester (Alemanha), aquando da semifinal do prestigiado concurso Internationaler Musikwettbewerb der ARD. Foi também laureado em diversos concursos nacionais e internacionais em Portugal, Espanha e Itália. ¶ Em 2017/18 foi professor assistente na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo.¶ Virgílio Oliveira estudou na ARTAVE e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, onde obteve o grau de mestre com o Prof. Pedro Silva. Na Alemanha frequentou, entre 2008 e 2010, a Musikhochule Lübeck, com o Prof. Pierre Martens (fagote) e Björn Groth (contrafagote). Em fevereiro de 2018, concluiu a Pós-Graduação em Fagote na Universität Mozarteum Salzburg, onde estudou com o professor Marco Postinghel. 



Carlos Canhoto, Saxofone

Doutor em Música (ramo de Performance) pela Universidade de Aveiro, foi o primeiro saxofonista português a obter esta habilitação. Licenciou-se em Saxofone e Música de Câmara no conservatório de Cergy-Pontoise, França, na classe do professor Jean-Yves Fourmeau, com a classificação de Médaille d' Or. Licenciou-se também em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa. Obteve prémios em concursos internacionais: UFAM, Léopold Béllan e Île-de-France. Apresentou-se como solista em diversos países e com a Banda Sinfónica da PSP, a Banda Sinfónica Portuguesa e a Orquestra Filarmonia das Beiras. Tem integrado diversas formações de música de câmara, com destaque para o Síntese – Grupo de Música Contemporânea. Tem dado especial importância ao trabalho com compositores e à criação de nova música, tendo feito a estreia absoluta de cerca de 60 obras de Christopher Bochmann, João Pedro Oliveira, Cândido Lima, Antonin Servière, Piet Swerts, Jesús Torres, entre muitos outros. É professor na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) e nos Conservatórios da Guarda, Castelo Branco e Covilhã. É investigador integrado no INET-MD e Professor Adjunto Convidado na Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB. Em 2016 editou o CD "Shout", com a pianista Natalia Riabova, e em 2018 o CD "Soli" com música portuguesa para saxofone solo.



Hans Alting, Trompete

Hans Alting nasceu em 1963 e ingressou na seção de trompetes da Royal Concertgebouw Orchestra quando ainda era estudante, em 1984.Terminou os seus estudos no Conservatório Sweelinck, em Amsterdão, com Klaas Kos.Formou uma dupla de sucesso com o organista Piet Wiersma, parceria que durou de 1985 a 2000. Os dois gravaram um CD solo juntos, na Igreja St. Bavo, em Haarlem. Alting foi membro do Netherlands Wind Ensemble, de 1983 a 2002, e, posteriormente, tocou música de câmara regularmente, com a Ebony Band.Hans Alting fundou a Fanfare Orchestra of the Netherlands em 1995, sendo também o seu diretor artístico e cornetista em mi bemol, durante os sete anos de existência. Sob a direção de Jacob Slagter, destacam-se as apresentações do grupo nas Sunday Morning Series e no World Music Contest em Kerkrade. O conjunto produziu dois CDs. Alting foi membro do grupo de metais do Concertgebouworkest que co-fundou em 2002 e organizou vários projetos e concertos até 2012. Destacam-se as digressões nos Estados Unidos e Costa Rica, e o Concerto de Gala durante o Campeonato de Brass Band em Roterdão. Além do seu trabalho como trompetista, é Master Coach de PNL e Trainer de PNL com Certificado Internacional, desde 2014. Sob o nome de Petrousjka orienta treino mental e masterclasses em conservatórios na Europa. Desde 2020 é também Somatic Experiencing Practitioner dedicando-se ao controlo do stress nas Artes do Espetáculo.



Luís Vieira, Trompa

Nasceu em 1988 e é natural de Castelo de Paiva. Iniciou os estudos musicais de trompa com o professor Marco Costa. É Licenciado pela Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco com o professor Paulo Guerreiro, com elevada classificação. Em 2010 frequentou o Curso Livre na ESMAE (Porto) com o prof. Abel Pereira, e pós-graduação no Conservatório Superior de Musica de Aragón (Zaragoza, Espanha) na classe de Eric Terwilligher e Sarah Willis.¶ De 2011 a 2013 Luís Vieira frequentou a Escuela Superior de Musica Reina Sofia (Madrid, Espanha), na classe do prof. Radovan Vlatkovic, onde recebeu o prémio de melhor aluno da Cátedra de Trompa entregue pela Rainha Sofia de Espanha. Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian e da Fundacion Carolina. Concluiu o Mestrado em Trompa Solista na Zurcher Hochschule der Kunste (Zurique), na classe do Prof Radovan Vlatkovic em 2015. ¶ Como músico convidado colaborou com as orquestras de la Suisse Romande (Genébra), della Svizzera Italiana (Lugano), Sinfónica Portuguesa (Lisboa), Nacional de España (Madrid), Sinfónica do Porto Casa da Música, Divino Suspiro Ensemble Barroco, entre outras. ¶ Em 2011 foi premiado no Prémio Jovens Músicos, na categoria Superior, em 2012 foi selecionado entre os últimos 14 concorrentes na Markneukirchen International Competition e, em 2013, foi finalista do Citta di Porcia Music Competition. ¶ Foi membro da prestigiada Karajan Akademy da Orquestra Filarmónica de Berlim nas temporadas 2013/2014 e 2014/2015 apresentando-se com a referida Orquestra sob a direção de Sir Simon Rattle, Semyon Bychkov, Valery Gergiev, Herbert Blomstedt, Christian Thielemann, Gustavo Dudamel, Riccardo Chailly, Andris Nelssons, entre outros.¶ Desde 2015/2016 é Trompa Solista na Orquestra Sinfónica Portuguesa. Lecciona na Escola Superior de Musica de Lisboa e na Escola Superior de Artes Aplicadas, em Castelo Branco.



James Kent, Trombone

Trombonista Internacional, James Justin Kent é atualmente 2º Trombonista da Orquestra Sinfónica da Rádio Sueca em Estocolmo, Suécia. Kent faz parte do corpo docente do Eastern Music Festival, desde 2018, e da Norddeustsche Orchesterakademie, desde 2020. Deu masterclasses, realizou recitais e concertos e ensinou jovens estudantes de trombone em todo o mundo, sendo um artista exclusivo Littin Trombones. Destaca-se a atividade como Trombone Principal com a Orquestra Filarmónica de Israel, sob a direção de Zubin Metha. Após uma temporada foi Trombone Principal da Orquestra Sarasota e posteriormente obteve o lugar na Orquestra Filarmónica do Qatar, recém-fundada. Nos quatro anos de permanência no Qatar, como Trombone co-principal, trabalhou com os maestros Lorin Maazel, Dmitri Kitajenko, Gerd Albrecht, Marc Minkowski e James Gaffigan. Ainda no Qatar, ocupou um cargo de professor na Qatar Music Academy. Em 2012, Kent é 2º Trombonista da Orquestra Filarmónica de Luxemburgo e, no ano seguinte, mudou-se para a Áustria para ocupar o lugar de Solo-Trombonista com a Orquestra Bruckner Linz, cargo que ocupou por mais de 6 anos, antes de obter o seu cargo atual na Orquestra Sinfónica da Rádio Sueca.Pelo seu virtuosismo, deu masterclasses na Eastman School of Music, Conservatorio de Música de Barcelona, Mannes School of Music, Cincinnati Conservatory of Music, Kärntner Landeskonservatorium (Klagenfurt Austria) e muitos outros. Apresentou-se com várias orquestras em todo o mundo, incluindo a Filarmónica de Munique, Tonhalle-Orchester Zurique, Sinfónica de Gotemburgo, Sinfónica WDR de Colónia, Konzerthausorchester Berlin, Gürzenich Köln, Sinfónica de Stavanger, Sinfónica de Boston, Orquestra Nacional, Staatsphilharmonie Nürnberg, NDR Radiophilharmonie Hannover, Sinfónica de Jerusalém, Niederbayerische Philharmonie, Kärntner Sinfonieorchester e Filarmónica de Hong Kong.



Bruno Costa, Percussão

Nasceu em Aveiro, em 1984. Em 1999 foi admitido na Escola Profissional de Música de Espinho e posteriormente na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto onde concluiu a Licenciatura sob a orientação de Manuel Campos e Miquel Bernat com classificação máxima no recital final. Em 2016 conclui a profissionalização em serviço na Universidade Aberta e em Março de 2021 é-lhe atribuído o título de especialista na área de Performance de Percussão e Música de Câmara, pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco. Participou em masterclasses de percussão com Angel Omar Frette, Benoit Cambreling, Denis Riedinger, Dirk Wucherpfennig, George Ellie Octors, Olivier Pelegri, Philippe Spiesser, Rainer Seegers. Como músico convidado apresentou-se com diversas formações em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Áustria, França, Grécia, Inglaterra, Holanda, Bélgica, Irlanda, Suíça, Hungria, Polónia, Rússia, República Checa, Brasil e Estados Unidos da América. Orientou diversos seminários de percussão em Portugal e Espanha, e participou como elemento do júri nos concursos internacionais de percussão da Beira Interior e Gondomar. Como membro do Drumming GP, orientado pelo percussionista Miquel Bernat, apresentou-se em variadas salas de espetáculo, participando na estreia de obras de compositores de diversas nacionalidades. É membro fundador do Clap Duo com a Clarinetista Cândida Oliveira, projeto para clarinete e percussão, e também membro fundador do duo Surreal com o músico Nuno Martins projeto para percussão e trombone baixo. Em 2016 estreou em Portugal o concerto para trompete, percussão, gira-discos & orquestra de Gabriel Prokofiev sob a direção do maestro Rosen Milanov com a Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música. Lecionou em diversas academias e conservatórios e, atualmente leciona na Academia de Música de Castelo de Paiva e na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART). É solista do naipe de percussão da Orquestra Sinfónica do Porto - Casa da Música desde 2005.



Luís Pipa, Piano

Natural da Figueira da Foz, Portugal, Luís Pipa (PhD Leeds, MMus Reading), estudou nos Conservatórios de Braga e Porto e na Hochschule de Viena. Como pianista estreou inúmeras obras, tendo também composto para piano e música de câmara. É regularmente convidado a dar Master Classes e a integrar júris de diferentes concursos musicais. ¶ Gravou diversos CDs, incluindo repertório de Bach ao século XX. Uma crítica do Piano Journal considera o seu CD Portugal “notável e original”, afirmando que a sua Suite Portugal irá deixar a sua marca em futuras antologias de música portuguesa, definindo-o também como “um pianista de grande profundidade, robustez e nobreza”. Atualmente é Presidente da EPTA Portugal e professor de piano e música de câmara da Universidade do Minho, integrando o núcleo de investigação em música do Centro de Estudos Humanísticos (GIARTES / CEHUM) da mesma universidade. As suas últimas gravações incluem um CD duplo com obras para piano de Mozart (Tradisom, 2018), um CD com música para piano de Vianna da Motta (Toccata Classics, 2018), um CD duplo com sonatinas para piano de Clementi, Beethoven, Dussek e Reinecke (Tradisom, 2019), um CD com música para piano de Phillip Scharwenka (Toccata Classics, 2020), um CD com música para piano de Óscar da Silva (Toccata Classics, 2020), e o CD Revisiting Beethoven com as sonatas para piano op. 7 e 31 nº 2 (Tradisom, 2020), editado com o apoio da Fundação GDA por ocasião dos 250 anos do compositor.