:: PROFESSORES CONVIDADOS



Arik Braude, Violino

Elogiado pela sua "sofisticação, intensidade calorosa, timbre radiante e estilo de performance equilibrado" ("Sulzbach-Rosenberg", Alemanha), o violinista Arik Braude atuou como solista com orquestras nos EUA, Europa e Ásia. As suas recentes apresentações de concertos de Bach, Haydn e Mendelssohn (duplo) com a camara de JVNY em Nova York, Genebra (Suíça) e em toda a França têm deslumbrado audiências. Braude apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica de Banguecoque, Sinfonietta Israelense, Sinfónica de Belgorod (Rússia), de Câmara de Antuérpia (Bélgica) e numerosas orquestras de festivais, incluindo os Master Players Internacionais (Suíça), Yehudi Menuhin Festival Orchestra (Suíça) e a Orquestra de Minsk de Bielorrússia (Fetes musicales de Savoie, França). Gravou com as editoras Music@ Menlo, Talent Cassics e Le Chant de Linos e atuou na France 3 e na Radio / TV Belgas. Arik Braude iniciou os seus estudos de violino na escola de música especial em Kazan (Rússia) com seu pai, Nathan V. Braude, o conhecido professor de violino na União Soviética e estudante do lendário Abram Yampolsky. Trabalhou com o assistente de David Oistrach, Piotr Bondorenko e Felix Andrievsky em Israel, com Jens Ellermann em Hannover, na Alemanha, com Ifrah Neeman em Londres e com Sally Thomas em Nova York. Participou em master classes com Isaac Stern e Alexander Schneider no Jerusalem Music Center (Israel) e Ruggiero Ricci no Yehudi Menuhin International Music Festival em Gstaad (Suíça). Arik Braude dedicou grande parte da sua vida ao ensino e os seus alunos apresentam-se como solistas com as orquestras nos EUA, França e Alemanha, incluindo a New York Philharmonic e a Little Orchestra Society (NYC), e alguns deles a serem premiados em inúmeras competições, incluindo From the Top. Junto com sua esposa, Sophie Arbuckle e, em colaboração com Georges Kiss, Braude fundou Jeunes Virtuoses de Nova York (JVNY, inc.) em 2008, jovens músicos no início de suas carreiras - a maioria dos quais antigos alunos de Braude - e que lideram carreiras musicais versáteis em Nova York e no exterior. Atualmente, Braude integra o júri da competição internacional Brahms em Portschach, Áustria. É professor de violino no Conservatório de Música Aaron Copland no Queens College (CUNY) e na divisão preparatória Mannes College of Music. É diretor artístico da JVNY, inc. e da oficina de música de câmara JVNY em Courchevel, na França. Foi professor de arte no Festival des Arcs (França), no Killington Music Festival (VT), no Green Mountain Chamber Music Festival (VT) e no Interharmony Music Festival (Alemanha). Deu aulas de mestrado em França, na Alemanha, em Portugal, Itália, Inglaterra e EUA. O seu violino foi feito por Genarro Gagliano em Napoles, Itália, em 1756.



Evandra Gonçalves, Violino

Detentora de um vasto currículo, Evandra é vencedora de vários concursos de violino e música de câmara em Portugal e nos EUA. Estudou com Alberto Gaio Lima e Zofia Woycicka (ESMAE). Com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Ministério da Cultura, rumou aos EUA para se aperfeiçoar com Gerardo Ribeiro, na Northwestern University onde concluiu o Mestrado em Música e o Certificado em Violin Performance. Durante este período foi também, nesta universidade, assistente do referido violinista e pedagogo. Posteriormente, ingressa na classe do prestigiado professor Robert Lipsett na University of Southern California, em Los Angeles. É mestre em Ciências da Educação pela Universidade Católica do Porto. Com uma intensa actividade artística, Evandra foi solista na Orquestra Sinfonieta, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Nacional do Porto e NU Symphonie Orchestra. Membro fundador do Doppio Ensemble com a pianista Ana Queirós, realizaram concertos em Portugal, Itália, Reino Unido, Espanha, bem como digressões no Brasil e EUA (apoiadas pela DGArtes). É regularmente convidada para integrar júris de concursos e orientar masterclasses. É membro da Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música, docente e coordenadora de violino na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo e professora de violino e música de câmara da Escola Superior de Música do Porto e Artes do Espetáculo.



Sophie Arbuckle, Viola d’ Arco

Sophie Arbuckle tem atuado pelos EUA, Canadá e Europa e participa nos encontros de música de câmara mais proeminentes nos EUA, incluindo a Music@Menlo (Califórnia), onde co-dirigiu o "Young Performers Program" em 2004 e Bargemusic na cidade de Nova York. Apresentou-se em música de câmara na Royal Flemish Philarmonie Chamber Music Series (Antwerp, Bélgica), Philarmonique de Namur (Teatro Real, Ghent, Bélgica), Festival des Arcs (França), Fetes musicales de Savoie (França), Patrimoine en Musique des Pays de l'Ain (França), Série Pont Rouge (Ghent, Bélgica), Astoria Concerts (Bruxelas, Bélgica), Musique sans frontières (França), Musicales Internationales (França), Rencontres musicales de Leotoing (França) e a série de música de câmara Mainz Kammerorchester (Alemanha). Tem participado também no Braude Ensemble, no Mónaco, na ilha de Jersey, Evian (França), Genebra (Suíça), Itália e Portugal. As suas atuações a solo incluem a Sinfonia Concertante de Mozart com a Orquestra de Belgorade (França) e com a Symphony de Sudbury (Canadá). Artista ávida da música contemporânea, Sophie Arbuckle estreou obras de Giya Kancheli e Christopher Kaufman. Juntamente com seu marido, o violinista Arik Braude, Sophie Arbuckle co-fundou a JVNY, inc., Um conjunto de jovens músicos profissionais no início de suas carreiras, muitos dos quais estudaram mais de uma década com Braude e a Sophie Arbuckle. Atuamem locais de prestígio dos dois lados do Atlântico. Arbuckle foi professora convidada de viola na Universidade do Minho em Braga, Portugal, em 2016-2017. Atualmente é membro da faculdade de viola da Juilliard School e integra o júri de viola, da competição internacional Johannes Brahms em Portschach, na Áustria, desde o outono de 2016. Os seus alunos de viola atuaram como instrumentistas na New York Youth Symphony e na Orquestra Nacional da Juventude e, como solistas, na Little Orchestra Society e New York Philharmonic Young People's Concerts. Sophie Arbuckle é mestre em música, pela Juilliard School. Karen Tuttle foi seu mentor de viola e trabalhou ainda com os professores Sally Thomas, Josef Gingold, Arnold Steinhardt, Edith Peineman e Mauricio Fuks. Sophie Arbuckle toca numa viola d’arco de Ferdinand Gagliano.




Miguel Rocha, Violoncelo

Iniciou os seus estudos no Conservatório do Porto com Isabel Delerue. Em 1983, prossegue a sua formação no estrangeiro com M. Strauss (Paris), Vectomov (Praga), Iankovic (Maastricht), Aldulescu, Pergamenchikov (Basileia), Fallot (Lausanne). Obteve vários diplomas com a máxima classificação, entre os quais o 1º Prémio de Virtuosidade do Conservatório Superior de Lausanne e o 1º Prémio do Concurso Internacional de Música UFAM. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 1983-85, para estudar em Paris e na Academia Superior de Praga. Prosseguiu o seu aperfeiçoamento no Conservatório de Maastricht e na Academia Superior de Basileia, como bolseiro da SEC. Participou em estágios de Pedagogia na Manhattan University com Burton Kaplan e igualmente em cursos de interpretação com Paul Tortelier, C. Henkel, Janos Starker, P. Muller, M. Tchaikovskaia. Realizou concertos em França, Suíça, Alemanha, Itália, Espanha, México, Brasil e EUA. Foi violoncelista solo na “Sinfonieta de Lausanne” de 1996 a 1999. Leccionou durante 10 anos em várias escolas em França, nomeadamente no Conservatoire National de Belfort, Grenoble, Annecy e na Suíça, em Lausanne, de 1997 a 2000. Em 2001, regressou a Portugal, onde desenvolve uma intensa actividade como solista e músico de câmara, assim como pedagogo, na Escola Superior de Música de Castelo Branco – ESART. Tocou em várias formações com Ana Bela Chaves, António Rosado, Luíz Moura Castro, Daniel Rowland , Miguel Borges Coelho, Aníbal Lima, Filipe Pinto Ribeiro, etc. Como membro do Duo Contracello gravou três CD. Com o Trio Athena, gravou um CD em França, com os trios de Debussy e Beethoven. No violoncelo barroco, com o Avondano Ensemble, participou na edição e gravação de repertório inédito do séc. XVIII português - As quatro sonatas e dois duos de João Baptista André Avondano (com o violoncelo Stradivarius “King of Portugal”) e na gravação de um segundo CD, com Os Trios Sonata de Pedro António Avondano (com o violoncelo Galrão, do Séc. XVIII). Atualmente é Violoncelo Solo da Orquestra Filarmónica Portuguesa.



Petru Iuga, Contrabaixo

Petru Iuga é, desde 2010, professor da Universidade de Música e Artes de Mannheim.  Petru Iuga iniciou os estudos de contrabaixo na Roménia com o Professor Ioan Cheptea e posteriormente na Academia Internacional de Música Menuhin em Gstaad (Suíça) a convite de Sir Yehudi Menuhin. Prosseguiu os seus estudos na Universidade de Artes de Berna e no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris. Premiado em inúmeras competições internacionais entre as quais se destaca o 1º prémio nas competições internacionais de contrabaixo em Markneukirchen, Alemanha (1999) e em Capbreton, França (2001). Foi membro do Ensemble Orchestre de Paris, 1º contrabaixo na Orquestra de Câmara de Munique, 1º contrabaixo da Orquestra Sinfónica de Londres e atualmente supervisiona um departamento na Universidade Estadual de Música e Artes de Mannheim.



Marcos Fregnani, Flauta

Nasceu em São Paulo, Brasil. Estudou piano com Lina Pires de Campos no Instituto Musical de São Paulo, tendo-se diplomado em 1977. No ano anterior iniciou os seus estudos de Flauta com Jean Noel Saghaard. Em 1984 recebeu o título de Arquitecto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (Brasil). Foi vencedor dos concursos "Jovens Solistas da Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo" e da Universidade de São Paulo. Como bolseiro da DAAD concluiu os seus estudos de flauta (Konzertexamen) na Escola Superior de Música de Lubeck com distinção. Frequentou masterclasses com Aurèle Nicolet, James Galway, Severino Gazzelloni, entre outros. Entre 1989 e 1991 foi solista da Orquestra do Porto. Desde 1991 apresenta-se com a Orquestra Sinfónica de Bamberg, e desde 1998 é docente na Escola Superior de Música de Nuremberg. Realiza frequentemente concertos como solista na Alemanha, França, Portugal, Roménia, Ucrania e Brasil.



Ricardo Lopes, Oboé

Concluiu o curso de oboé no Conservatório Nacional de Lisboa em 1984. Foi professor de oboé nesta mesma instituição, membro da Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de São Carlos e é, actualmente, primeiro oboé na Orquestra Sinfónica Portuguesa, onde tem trabalhado sob a direcção dos maestros Nello Santi, Jeffrey Tate, Alain Lombard, Rafael Frübeck-de-Burgos e Eliahu Inbal. Colaborou com diversas orquestras como 1º oboé, entre as quais a Orquestra Sinfónica do TNSC, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra do Norte e a Orquestra da Regie Sinfonia e, como solista, apresentou-se com as Orquestras Sinfónica do TNSC, a Regie Sinfonia, a Nacional do Porto, a Sinfónica Portuguesa, entre outras orquestras ad hoc. Desde 1995 é professor de oboé na Escola Superior de Música do Porto, materializando um projecto de ensino que têm sido largamente reconhecido, sendo regularmente convidado a ministar masterclasses em Portugal e na Alemanha. É membro fundador do Quinteto Flamen, com o qual se apresentou em todo o País, e colaborou com diversos agrupamentos de instrumentos originais como a Freitag Akademie, o Bach Collegium de Zurique, e ainda o "Divino Sospiro", com o qual se apresentou em festivais internacionais de renome como o Festival Ille de France, o Festival de Ambronay ou as Folle Journée de Nantes e Tóquio, bem como na gravação de vários cd's. Dedicando grande parte da sua actividade à divulgação da música contemporânea estreou e executou obras de vários compositores portugueses como: António Carrapatoso, Virgílio Melo, Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas, Paulo Brandão, Álvaro Salazar e Isabel Soveral, entre outros. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, tem-se apresentado em Espanha, França, Itália, Suíça, Alemanha, Áustria e Japão, e efectuou inúmeras gravações para a RTP e RDP, não só integrando agrupamentos de câmara como também em recitais a solo, tendo várias das suas actuações sido difundidas não só pela RDP2 mas também pela espanhola RNE Clássica, a suíça RSR2 e a britânica BBC3.



Jordi Pons, Clarinete

Natural de Barcelona, Espanha, ingressa no ano 2000 na Royal Academy of Music em Londres. Em 2005 é-lhe atribuída uma bolsa de estudos do Departamento de Cultura da Generalitat de Catalunya, que lhe permite aperfeiçoar os seus estudos na Musik Akademie der Stadt Basel, Suíça, com François Benda. Concluiu ambos os cursos, Konzertdiplom e Solistendiplom com Excelência. Jordi Pons foi premiado com o 3º Prémio no Concurso Internacional de Clarinete “Città di Carlino”em Itália, o Prémio CIRIT da Generalitat de Catalunya, o Prémio Juventuts Musicals de Catalunya, o 1º Prémio do Concurso Internacional “The Orchestral Clarinet” em Altea, Espanha, entre outros. Foi ainda galardoado com o Guinness-Music in the Community Award e o Mortimer Development Award, Londres. Na sua carreira de free-lancer colaborou com orquestras como a Wermland Opera, de Karlstad na Suécia, Symphony Orchestra of India, Bombaim, Orquestra Sinfónica de Galicia, a Orquestra Sinfònica del Grant Teatre del Liceu em Barcelona, Sinfonieorchester Basel e Camerata Bern, Suíça, Orquestra Nacional da Moldávia, Roménia, Young Professionals Orchestra e a Sinfonietta of Oxted em Londres. Trabalhou com maestros como Sir Colin Davis, Kurt Masur, Peter Eötvos, Charles Dutoit, Bertrand de Villy, Sir Charles Mackerras, Jukka-Pekka Saraste, Robert King, Trevor Pinnock, Josep Pons, Sebastian Weiglee, entre outros. É membro dos Swiss Chamber Soloists, interpretando repertório de música de câmara com músicos como Heinz Holliger, Felix Renggli, Sergio Azzolini, entre outros, etc. Foi convidado do Festival Internacional Pablo Casals de Prades em França e do Festival MIMU em Uberlândia, Brasil, ambos como intérprete e professor; actualmente leciona no Conservatorio della Svizzera Italiana, Lugano e na Hochschule für Musik Basel, na Suíça.



Georg Klütsch, Fagote

Georg Klütsch nasceu em 1951, em Düren e estudou educação musical em Mainz e Detmold. O seu percurso artístico-instrumental foi realizado com o professor Helman Young na Nordwestdeutsche Musikakademie, onde passou sua prova de concerto com distinção.  Durante muitos anos, Georg Klütsch foi o principal fagotista da Orquestra Sinfónica de Bamberg e membro do grupo de sopro Sabine Meyer. Como professor da Universidade de Música, Franz Liszt, em Weimar, conseguiu rapidamente criar uma classe de sucesso. Em 2001, foi nomeado professor de fagote e música de câmara na Hochschule für Musik und Tanz em Colónia, bem como Reitor da faculdade de instrumentos orquestrais. Mais de 50 alunos da sua classe têm criado carreiras de sucesso, em orquestras por todo o mundo.



Asya Fateyeva, Saxofone

Natural de Kerch, Crimeia. Iniciou os seus estudos em piano com Valntina Nikishina aos 6 anos e aos 10 anos iniciou o estudo de saxofone com Lilija Rusanova, na Escola de Música de Simferopol e posteriormente com Margarita Shaposhnikova, no Instituto Gnessin – Moscow. Prosseguiu os seus estudos musicais na Alemanha, com Daniel Gauthier, na Hochschule für Musik und Tanz Köln. Teve a oportunidade de trabalhar, em intercâmbio, em Paris, com Claude Delangle e em Léon com Jean-Denis Michat. Asya obteve o 3º prémio no Adolphe Sax International Competition – 2014, o mais conceituado concurso internacional de saxofone, assim como diversos primeiros prémios em concursos na Rússia, França e Alemanha. Tem-se apresentado a solo com as orquestras Sinfónica de Viena dirigida por Vladimir Fedoseyev, a Tchaikovsky Orquestra Sinfónica da Rádio, a Filarmónica Nacional da Ucrânia, a Sinfónica do Estado de Istambul e a Sinfónica Giuseppe Verdi de Milan. Como vencedora do German Music Competition em 2012, teve a oportunidade de gravar o seu primeiro álbum com obras de Michat, Ibert (para saxofone e orquestra), Albright e Decruck (para saxofone e piano) em 2015, pela Genuin Classics. Com este CD ganhou o prémio revelação da ECHO Klassik 2016. Em 2016 gravou o CD Fantasia com a clarinetista Sabine Meyer e o Alliage Quintet, para a Sony Classic. Asya reside actualmente em Hamburgo, sendo professora de Saxofone Clássico na Musikhochschule Münster desde 2014.



Philippe Litzler, Trompete

Nasceu em 1969 tornando-se, com apenas 4 anos, membro da "Fanfare des Sapeurs Pompiers de Saint Louis", a banda de bombeiros de sua cidade natal, dirigida por seu pai Charles Litzler . Dois anos depois, juntou-se à "Musique Municipale et des Sapeurs Pompiers de Saint-Louis", que mais tarde se tornou a "Orquestra de Harmonie de Saint-Louis". Após a formatura, estudou com André Daire na École Normale de Musique de Paris de 1987 a 1989, concluindo os seus estudos com as mais altas distinções. Em 1988 obteve o diploma de trompete Diplome Supérieur d' Exécution e, um ano depois, o Diplome Supérieur de Concertist". Estudou com Pierre Thibaud, no Conservatoire National Supérieur de Musique, em Paris. Foi galardoado com o 1º prémio em 1990, em música de câmara e, obteve o seu 1º prémio em trompete em 1991. Desde os 15 anos, Litzler atuou com grandes orquestras francesas, alemãs e suíças trabalhando com alguns dos mais prestigiados maestros, como Armin Jordan, Nello Santi, Charles Dutoit, Seiji Ozawa, Riccardo Muti, Franz Welser-Möst e David Zinman. De 1991 a 2005, Litzler ocupou o cargo de Trumpet Supersoloist na Orquestra Nacional de França sob a direção musical de Charles Dutoit e posteriormente Kurt Masur. Sob a condução de Charles Dutoit, Litzler realizou o Concerto para Trompete e Orquestra "The Mysteries of the Macabre" de György Ligeti, na sua estreia europeia. Em 1994, visitou vários países da América do Sul com o conjunto instrumental "La Follia". O compositor americano Anthony Plog confiou a Litzler a parte de trompete solo do seu novo Concertino para trompete e trombone, "Segments", uma peça que estreou sob a sua direção em 1999 em Mulhouse, França. Em maio de 2001, Litzler teve a distinção de ser o terceiro artista francês, além de Maurice André e Eric Aubier, a atuar como solista com a International Trumpet Guild em Evansville, EUA. Para diversificar os seus talentos, Litzler ajudoua fundar o conjunto de trompete "Die Basler Bachtrompeter" em Basileia, na Suíça. Pela sua predileção pelo trompete piccolo, ele é o parceiro de excelência para conjuntos instrumentais na Suíça, especializado na interpretação das obras mais desafiadoras de Jean-Sebastian Bach. Interpretou a Cantata BWV 51 de Jean-Sebastian Bach para Soprano e Trompete em 2007 e, mais recentemente, com a Orquestra Tonhalle de Zurique. Foi professor de trompete na Escola de Música de Lucerna, na Suíça e desde setembro de 2005, é trompete solo da prestigiada Orquestra Tonhalle, em Zurique sob a liderança de Lionel Bringuier.



Nuno Vaz, Trompa

Nasceu em 1986. Iniciou os seus estudos musicais aos 11 anos na Escola de Música da Banda Filarmónica Vizelense. Ocupou o lugar de Solista A e Chefe de Naipe da Orquestra Metropolitana de Lisboa de 2008 a 2016 e, neste momento é membro do Remix Ensemble Casa da Música. Estudou trompa com os professores João Carlos Alves, Hélder Vales e Abel Pereira na Academia de Música Valentim Moreira de Sá, ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave e ANSO/Metropolitana - Academia Nacional Superior de Orquestra, respetivamente. Durante a sua formação participou em masterclasses em Portugal e no estrangeiro, com importantes professores e músicos das mais prestigiadas orquestras e solistas internacionais. Colabora frequentemente com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Foi também convidado para se apresentar com a Orquestra Gulbenkian, Hamburg Philarmonic State Orchestra, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra do Algarve. É membro fundador do quarteto de trompas ART4ORN, dos Quintetos de Sopros Espelho Musical e 1/4 de Tom e do Ensemble Português de Trompas. Em 2007 ganhou o 1.º prémio na Categoria Trompa - Nível Superior no Prémio Jovens Músicos e em 2017 fez parte do júri do mesmo concurso. Fez parte do Projecto Geração, sendo professor de trompa e orquestra entre 2008 e 2016. Foi professor de trompa na UE - Universidade de Aveiro e Instituto Piaget de Almada. Actualmente é professor na ANSO / Metropolitana - Academia Nacional Superior de Orquestra e na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo.




Bill Thomas, Trombone 

Bill Thomas tornou-se trombonista da Tonhalle-Orchester Zürich em 2015, depois de trabalhar como Wechsel Trombonist em 2011. Em 2010, foi o Segundo Trombonista da Atlanta Symphony Orchestra por três temporadas. Thomas também tocou com a Orquestra Sinfónica de Jacksonville, durante uma temporada. Além disso, atuou no United States Navy Band Concert e Ceremonial Band em Washington D.C., enquanto Co-Principal Trombone da Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo e na New World Symphony. Bill Thomas fez sua estreia a solo com a New World Symphony, com a obra Fantasy for Trombone de Paul Creston, em 2001. Foi solista em destaque, com a US Navy Band numa turnê nacional. Atuou no Eastern Trombone Workshop com a Army Band. Músico de câmara ativo, Thomas é, atualmente, membro do Tonhalle Brass Quintet. Foi membro do Quarteto da Marinha dos Estados Unidos, com a qual realizou inúmeros concertos na Casa Branca e no Pentágono. Atuou com vários conjuntos, incluindo a Orquestra do Festival de Saito Kinen sob a direção de Seiji Ozawa em Matsumoto, Japão, Luzern Festival Brass, Opernhaus Zurich, Luzern Symphony Orchestra, Berner Symphonie, Basileia Symphony Orchestra, Cincinnati Symphony, Kennedy Center Opera, San Antonio Symphony e a Orquestra do Festival Verbier. Thomas é um dos membros fundadores do Atlanta Trombone Project e foi solista em destaque no álbum recentemente lançado, Roadwork. Pode ser ouvido no CD do Coro Trombone da CSU, chamado A Beautiful Noise, atuando com George Curran, trombonista da New York Philharmonic. Mais recentemente, pode ser ouvido no Southeast Trombone Symposium Legacy. Thomas é ainda membro fundador do Simpósio do Trombone do Sudeste. Começou os seus estudos musicais na sua cidade natal, Midland Texas, sob a direção de Sharon Chase. Frequentou a Universidade do Texas, em Austin, antes de se transferir para o Curtis Institute of Music, onde obteve o Bacharelato em Música. Na lista de ex-professores incluem-se nomes como Glenn Dodson, Nitzan Haroz, Blair Bollinger e Donald Knaub.




Markus Leoson, Percussão

Markus Leoson, nascido em 1970, em Linköping - Suécia, demonstrou um interesse e uma aptidão precoce para a percussão. Foi admitido no Royal College of Music em Estocolmo, com apenas 15 anos e formou-se quatro anos depois. Em 1990, foi contratado como percussionista da Royal Opera Orchestra. Em 1991 trabalhou como timbalista solo na Orquestra Sinfônica da Rádio Dinamarquesa, mas retornou à Royal Opera Orchestra, onde se tornou timpanista solo, em 1993 e lá permaneceu até 2008, quando foi nomeado professor da FRANZ LISZT Hochschule für Musik em Weimar, na Alemanha. Actualmente é percussionista solo internacionalmente procurado, dá aulas de mestrado em faculdades e apresenta-se em festivais de música. Além do Prémio Sueco Solista que recebeu em 1995, foi premiado em competições internacionais de música, como a EBU IFYP (Fórum Internacional de Jovens Intérpretes) de 1997, Bratislava e o Concurso Internacional de Música ARD em Munique com o 2º Prémio. Em 1995, foi-lhe atribuído o 2º Prémio do Concurso Nordic Soloist em Reykjavik. Para a temporada 1996-97 foi nomeado Artista em Residência na Rádio Sueca e realizou concertos e várias gravações de rádio. O seu concerto de estreia no Berlin Philharmonic Chamber Hall, em junho de 2000, foi transmitido na rádio alemã e sueca. Markus Leoson apresentou-se como solista (na rádio e televisão) na Escandinávia, Europa e Ásia. Apresentou-se também com orquestras como a Filarmónica de São Petersburgo, da Rádio Sueca, Filarmónica de Estocolmo, Filarmónica de Oslo, Sinfónica de Tampere, Sinfónica da Islândia, Sinfónica de Gotemburgo, Sinfónica de Malmö, Sinfónica de Norrköping, Sinfónica de Helsingborg, entre outras O seu primeiro CD solo foi lançado com o rótulo da Caprice em 1996. Leoson já lançou muitos outros, incluindo Markussion, nomeado para os Grammy Awards suecos de 2003 e, em 2006, Malletiana. O mais recente, Colludo, é gravado com Solistas de Câmara de Uppsala. Também gravou vários duos e CD de música de câmara com diferentes artistas, além de participar em muitos CD orquestrais. O repertório de Markus Leoson é excecionalmente eclético e, ao longo dos anos, trabalhou em estreita colaboração com compositores internacionais que escreveram peças solo, concertos de percussão e marimba, bem como peças para címbalo, que lhe foram especialmente dedicadas. Markus Leoson é patrocinado pela SABIAN.




Constantin Sandu, Piano

Pianista luso-romeno, natural de Bucareste, trabalhou com os professores Sonia Ratescu, Constantin Nitu e Constantin Ionescu-Vovu no Conservatório Superior de Música C. Porumbescu. Tem desenvolvido uma intensa actividade de concertista em vários países europeus e asiáticos tendo recebido louvores por parte do público e da crítica da especialidade. A prestigiosa revista britânica Piano Journal apreciou: “a abordagem de Constantin Sandu é séria, respeitadora e objectiva, todavia a sua personalidade sensível permite-lhe realizar uma interpretação muito pessoal e autêntica”. É detentor de vários prémios internacionais nos concursos de Senigallia, Viotti-Valsesia, Paloma O’Shea em Santander, Epinal e Maria Canals em Barcelona. Apresentou-se em Festivais de renome tais como Enescu – Bucareste, Chopin – Paris, Ciudad de Ayamonte e em 2005 no Festival de Primavera de Sevilla sendo elogiado pela crítica no diário ABC “um pianista soberbo, dono do legato, do pedal, do equilíbrio e da forma, (...) um colorido e uma delicadeza magistrais, (...) mestria irrepreensível. Esmagador.” É convidado regularmente, como solista, das Orquestras Filarmónicas George Enescu, Transilvania, Oltenia, Orquestra Sinfónica da Radiodifusão Romena. Participou em orquestras europeias, tais como: Arthur Rubinstein – Lodz, Filarmónica de Halle, Orquestra Bodensee, Orquestra Nacional de Bielorússia, Orquestra Sinfónica da Radiotelevisão de Kiev, Filarmónica Nacional da Moldavia e Orquestra Nacional do Porto. Foi membro de Júri dos Concursos Vianna da Mota, Cidade do Porto, Viotti Valsesis, Pinerollo-Citá della cavalleria, Helena Sá e Costa e Florinda Santos. Actualmente é professor de Piano na ESMAE do Porto.